Perspectivas do USDA sobre o mercado lácteo da América do Sul – Relatório 41 de 10/10/2019
Leite/América do Sul – De um modo geral, com a chegada da primavera, o nível de produção de leite nas fazendas continua aumentando nas principais bacias leiteiras da América do Sul. No Brasil, as chuvas estão melhorando a qualidade das pastagens nas principais regiões produtores de leite do país.
Enquanto a produção de leite melhora sazonalmente, os preços continuam elevados, principalmente em decorrência da agressiva concorrência por leite entre os diversos processadores.
Embora o rendimento animal tenha melhorado nas últimas semanas, o volume de leite permanece bem abaixo do adequado para atender todas as indústrias e o mercado doméstico. A expectativa é de que durante a primavera a oferta de leite e creme atenda as necessidades dos processadores.
Na Argentina e no Uruguai, o clima tem sido mais seco do que o normal, o que vem limitando o desenvolvimento de pastagens e plantio de grãos. No entanto, a qualidade e a quantidade de forragens e grãos disponíveis, até o momento, estão adequadas para alimentar o rebanho leiteiro. Portanto, a produção de leite aumentou sazonalmente, mas, um pouco menos em comparação com 2018.
Ao contrário do Brasil, na Argentina e no Uruguai o preço do leite ao produtor está mais baixo, e em alguns casos, está influenciando na ração fornecida aos animais. Ainda assim, o volume que chega às fábricas é suficiente para atender as necessidades de processamento. A maior parte do leite está sendo destinado ao engarrafamento de leite fluido/UHT, e produção de iogurte, manteiga, queijo e leite condensado.


















