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A desnutrição ainda é um grande desafio entre as crianças do Sudeste Asiático

Desnutrição/Ásia – Estudo recente, com 14.000 crianças, com idades entre 6 meses e 12 anos, revelaram graves problemas com o chamado “triplo fardo” da desnutrição.

Fonte: Fonte: FrieslandCampina – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Photo by engin akyurt on Unsplash
A desnutrição ainda é um grande desafio entre as crianças do Sudeste Asiático

Isso representa a existência simultânea de desnutrição, deficiência de micronutrientes e sobrepeso/obesidade. Esses três problemas frequentemente coexistem em um mesmo país e podem mesmo ocorrer em uma mesma família. O estudo em larga escala, encomendado pela FrieslandCampina, foi realizado entre 2019 e 2021 pelas principais universidades e institutos de pesquisa da Indonésia, Malásia, Tailândia e Vietnã.

O estudo utilizou o mesmo questionário da Pesquisa Nutricional do Sudeste Asiático (SEANUTS, sigla em inglês), de 2012. De um modo geral, este segundo SEANUTS II mostra que o atraso no crescimento e a anemia ainda existem, especialmente em crianças menores. No entanto, nas crianças mais velhas, é alta a prevalência de sobrepeso e obesidade. Também, muitas dessas crianças não têm acesso às necessidades médias de cálcio e vitamina D e mostram níveis insuficientes de vitamina D. Esse “triplo fardo” precisa ser enfrentado preenchendo as lacunas nutricionais com intervenções adequadas e programas educacionais.

Números mostram a urgência em melhorar o acesso à nutrição de qualidade

Comentando as descobertas da pesquisa, Poh Bee Kon, principal pesquisador do SEANUTS II na Malásia, professor do Centro de Estudos de Saúde Comunitária da Faculdade de Ciências da Saúde/Universidade da Malásia, explica: “Nutrição saudável precisa ser balanceada, moderada e variada. Se a criança não receber a nutrição de que precisa, ela não irá crescer e se desenvolver adequadamente. Nosso novo estudo revela que mais de 70% das crianças desses quatro países não recebem a quantidade média necessária de cálcio e mais de 84% delas não recebem a quantidade média necessária de vitamina D. Esses números enfatizam a urgente necessidade de melhorar a segurança alimentar, assim como disponibilizar alimentos que atendam às necessidades dessas crianças, através do aumento do acesso à uma alimentação saudável”.

Margrethe Jonkman, Diretor Global de Pesquisa de Desenvolvimento da FrieslandCampina afirma: “A pesquisa é chave para melhor entender as necessidades nutricionais locais. Os resultados desse estudo ajudarão a FrieslandCampina a desenvolver melhor e mais produtos apropriados às necessidades das crianças e dirigir programas que promovam uma dieta balanceada e estilo de vida ativo em colaboração com as autoridades locais, profissionais da saúde e das escolas”.

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1 – Nanismo: Nanismo (baixo crescimento) é a principal manifestação da má nutrição e é especialmente prevalente na primeira infância. As crianças com nanismo correm o risco de ter o desenvolvimento infantil prejudicado, baixo desempenho escolar e capacidade intelectual reduzida.

2 – Sobrepeso & Obesidade: A obesidade infantil está associada com elevados riscos de obesidade na vida adulta. O sobrepeso e a obesidade são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças não transmissíveis, como doenças cardiovasculares e diabetes.

3 – Cálcio & Vitamina D: A maioria das crianças dos quatro países não consomem a Média Necessária Estimada de cálcio e vitamina D. Cálcio e vitamina D são essenciais para o crescimento e desenvolvimento dos ossos. Além disso, a vitamina D é um importante nutriente para sustentar o funcionamento do sistema imunológico.

4 – Anemia: Os resultados do estudo mostram que mais de 24% das crianças com menos de 4 anos têm anemia. A anemia é uma condição em que o sangue reduz a capacidade de distribuir oxigênio no corpo. A anemia tem impacto na imunidade, no desenvolvimento cognitivo das crianças e no crescimento físico.  

Acesse aqui a matéria na íntegra

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