Vai para os EUA a maior parte das exportações brasileiras de lácteos
Exportações – As variações das exportações brasileiras de produtos lácteos NCM04 no mês de março de 2023 em relação ao mesmo mês de 2022 foram: -14,3% e -18,4%, em valores e volumes, respectivamente.


No 1º trimestre de 2023, em relação ao mesmo período do ano passado, a variação dos percentuais foi: -33,5% e -36,3%, nas mesmas comparações.

Os produtos da rubrica NCM0402 foram os mais exportados, em valores, no primeiro trimestre do ano. Em segundo lugar estão os Queijos (NCM0406). Com uma participação importante em termos percentuais, surge a rubrica NCM0401.

Analisando a sequência histórica, observa-se que há um evidente ‘encolhimento’ das exportações brasileiras de produtos lácteos, com deslocamento de produtos de maior valor agregado (NCM0402) para a exportação de produtos NCM0401, menos elaborados.

E a evolução das exportações em equivalente litros de leite, deixa mais evidente ainda a queda de participação dos produtos NCM0402.

Em 2008, as remessas corresponderam a 0,39% do leite adquirido pelas fábricas de laticínios sob inspeção. Em 2022, esse percentual caiu para menos de 0,03%.

Os Estados Unidos da América (EUA) mantiveram a liderança no ranking das exportações brasileiras de produtos lácteos no mês de março, comprando itens de todas as categorias NCM04, menos NCM0404. Na sequência vem o Chile, que também tem uma pauta variada, sobressaindo, no entanto, com a compra de produtos NCM0402 e NCM0406. O Uruguai veio em seguida, adquirindo principalmente Leites e cremes fluidos (NCM0401), e Queijos.

No 1º trimestre de 2023, EUA (18%), Chile (11%), Argentina (8%), e Paraguai (8%), lideraram o ranking, e o Uruguai caiu para a sétima posição.
















