Lácteos enriquecidos com probióticos ‘de três a seis meses’
Probióticos – A AnaBio Technologies não é nova no ramo de microencapsulação, mas sua tecnologia patenteada – de probióticos vivos que sobrevivem m ra ma tratamentos térmicos como o UHT – continua a ser manchete na indústria de alimentos.

A companhia com sede na Irlanda, fundada em 2011 por Sinéad Bleiel, recentemente abriu uma fábrica em Cork, onde está produzindo em escala comercial seu portfólio de soluções microencapsuladas, desde probióticos vivos a bioativos como vitaminas e proteínas.
A companhia também fez parceria com a Eurofins para validar uma técnica de enumeração bom base em citometria de fluxo, que é um ‘método muito rápido e preciso de medir os probióticos [microencapsulados viáveis]’. Além disso, a AnaBio melhorou ainda mais sua oferta de probióticos, passando do original 1 x 108 UFC (Unidades Formadoras de Colônias) por dose para 1 x 109 UFC, ou seja, um bilhão a mais de UFC por dose. Ao custo de € 0,02 por porção, ‘uma solução comercialmente viável e uma proposta atraente para os clientes’, de acordo com o CEO da companhia, Aidan Fitzsimons.
“Se conseguirmos tirar as bebidas probióticas da geladeira, o potencial inexplorado do mercado é enorme. Ao eliminar a refrigeração, você reduz custos, facilita muito a distribuição e torna a entrega de bebidas probióticas muito mais sustentáveis”.
Um novo tipo de consumidor pode ser alcançado. De acordo com Fitzsimons: “as bebidas probióticas são sempre refrigeradas, com pequena vida de prateleira, e pouco atraentes para o consumo em movimento. Você não pode deixar no carro, e beber mais tarde, porque ela pode explodir”.
Fitzsimons diz que o mercado poderá atingir o valor de € 50 bilhões (US$ 53,9 bilhões) em três ou cinco anos. Para ele, “depois de passar por tratamento térmico, os probióticos mantêm sua viabilidade e são estáveis nas prateleiras em temperatura ambiente, por um período de 10 a 12 meses”.
















