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Especiais Selectus nº 6535

A proteína do soro é superior à da ervilha para idosos

Whey – Idosos apresentam altos níveis de danos musculares induzidos por exercícios (EIMD) depois de longas caminhadas em comparação com adultos mais jovens, o que pode prejudicá-los na busca de um estilo de vida ativo e acelerar a degeneração muscular decorrente da idade.

Fonte: Fonte: DairyReporter – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Foto de Mark Timberlake en Unsplash
A proteína do soro é superior à da ervilha para idosos

A ingestão diária de proteínas é um importante fator para reparação muscular, e ainda assim, cerca de 50% dos idosos ativos fisicamente não ingerem a quantidade recomendada de proteína, 1,2 g/kg/dia, e um número crescente de indivíduos evitam produtos de origem animal por questões ambientais.

Estudos em adultos mais jovens mostraram que a ingestão de proteínas vegetais podem aumentar a massa muscular após treinos de resistência, comparável à proteína de soro de leite (WHEY). No entanto, nenhum estudo pesquisou os efeitos da proteína de origem vegetal como suplemento nos marcadores dos danos musculares em idosos depois de caminhada de resistência.

Os autores do estudo levantaram a hipótese de que a suplementação com proteína de ervilha seria capaz de reduzir o dano muscular após caminhadas de resistência em adultos, comparável à proteína do soro de leite.

No entanto, eles descobriram que a proteína da ervilha não atenuou os danos provocados pelos exercícios em comparação com o placebo, enquanto o grupo que ingeriu proteína do soro de leite mostrou menores níveis de creatinina quinase (CK). Nenhuma das estratégias de suplementação proteica aplicada afetou a força muscular, a dor muscular e a massa muscular esquelética, provavelmente devido ao período relativamente curto de suplementação.

Os autores destacaram, diante dessas descobertas, que a Leucina é conhecida como um dos mais importantes fatores para a síntese de proteínas e as proteínas vegetais têm um teor relativamente baixo de leucina em comparação com as proteínas de origem animal. Os idosos são menos responsivos ao estímulo de uma baixa dose de aminoácido.

“Os efeitos da suplementação de proteína vegetal a longo prazo no dano muscular induzido pelo exercício e na composição corporal devem ser mais explorados em idosos fisicamente ativos. Os participantes também podem ser expostos a uma dosagem mais alta de proteína vegetal, enquanto a qualidade da proteína em termos de digestibilidade e composição devem ser levados em consideração”, acrescentaram os pesquisadores.   

Acesse aqui a matéria na íntegra

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