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Especiais Selectus nº 6330

Uruguai – Qual a importância da Rússia para nossos lácteos?

Lácteos/UR – Nos últimos dez anos as exportações do Uruguai para a Rússia foram, em média, de US$ 70 milhões; em alguns anos superou os US$ 100 milhões.

Fonte: Fonte: TodoElCampo – Tradução livre: www.terraviva.com.b | Foto de capa: Imagem de Peggy und Marco Lachmann-Anke por Pixabay
Uruguai – Qual a importância da Rússia para nossos lácteos?

O Instituto Nacional do Leite publicou um artigo em que detalha a importância que a Rússia tem para o mercado lácteo do Uruguai: “A Rússia representa 10% do valor das exportações de lácteos do Uruguai”.

A Rússia e o Comércio dos Lácteos

No dia de hoje, o certo são as incertezas generalizadas ao nível da economia global:

Incertezas sobre os embarques encaminhados para a Rússia

Incertezas para receber os pagamento

Incertezas sobre como se desenvolverá o comércio em um futuro próximo

Aumento do preço dos grãos

Aumento do preço do petróleo

Aumento do preço dos fertilizantes

Inflação internacional

Possíveis novas interrupções no transporte internacional

Componente especulativo nos preços das commodities que dificultam em maior medida as projeções.

Os principais produtos de exportação (e sua participação no total das exportações) foram: manteiga com US$ 39 milhões (53%); queijo US$ 16 milhões (22%); Leite em pó integral US$ 12 milhões (17%); Leite em pó desnatado US$ 4,5 milhões (6%) e soro em pó US4 0,8 milhões (1%). Na média 10.000 toneladas de manteiga; 3.000 toneladas de queijo; 4.600 toneladas de Leite em pó integral; 1.400 toneladas de Leite em pó desnatado; e 900 toneladas de soro em pó.

A Rússia é um mercado importante para as exportações de manteiga. Representa quase 60% das toneladas exportadas de manteiga. E 10% dos queijos. 6% de leite em pó desnatado, 4% do leite em pó integral e 5% do soro de leite (os dados são a média dos últimos dez anos).

Quanto aos componentes mais estruturais, por enquanto a produção de leite encontra-se estagnada, os custos de produção desestimulam o aumento da oferta. Também, afetam as restrições ambientais que serão colocadas em vigência gradualmente nos próximos anos (para se alinhar à Nova Zelândia, Alemanha, França e outros países da União Europeia). A demanda se encontra forte, mas quando a inflação internacional chegar ao consumidor será reduzida a pressão. Não há nenhum indício de que os preços dos lácteos tenham um comportamento diferente ao experimentado nos próximos meses. Mas, dada à incerteza que agrega a pandemia e o aspecto geopolítico Ucrânia/Rússia é preciso acompanhar de perto a situação nos mercados de commodities.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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