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Globalização E Mercosul Selectus nº 6289

Argentina – Semana com 40ºC e sem chuvas

Seca/AR – La Niña parece ter se intensificado na região pampeana. Altas temperaturas e chuvas escassas – reduzidas a zero em Córdoba – é o resumo da perspectiva agroclimática elaborada pela Bolsa de Cereais de Buenos Aires para o período compreendido entre 6 e 12 de janeiro.

Fonte: Fonte: La Voz – Tradução livre: www.terraviva.com.br | Foto de capa: Photo by Philippe Oursel on Unsplash
Argentina – Semana com 40ºC e sem chuvas

A perspectiva começou com temperaturas moderadas, com mínimas abaixo do normal, resultado da entrada de ar frio nos dias precedentes.

Os ventos tropicais retornaram rapidamente e com vigor, dando início a um prolongada e intensa onda de calor que afetará a maior parte da área agrícola.

As precipitações se manterão escassas ou nulas na maior parte da área agrícola, com excepção do oeste de NOA e Cuyo que receberam chuvas moderadas, e Paraguay e norte da Mesopotamia, que registraram precipitações moderadas ou abundantes.

A maior parte da Argentina e Uruguai registram baixas precipitações – menos de 10 milímetros – com amplas extensões sem qualquer chuva.

De acordo com os modelos meteorológicos atuais, as condições poderão mudar entre 13 e 19 de janeiro, quando deverão ser registradas chuvas abundantes em Córdoba, superiores a 75 milímetros na zona central.

Rio Paraná

Nos últimos dois anos, a situação de extrema baixa do Río Paraná gerou custos muito elevados para o setor exportador agroindustrial nos portos de Gran Rosario.

A situação, que atinge duas campanhas agrícolas, poderá se estender durante a atual, devido às condições da via de transporte, segundo um boletim da Bolsa de Comércio de Rosario.

“É muito provável que a situação de baixa complique, pelo terceiro ano consecutivo, o trabalho dos portos em plena campanha 2021/22 se as condições não se reverterem'', advertem Alfredo Sesé, Javier Treboux e Pablo Ybañez, no boletim da entidade.

Os especialistas alertam que a possibilidade de carregar menos toneladas por navio, a necessidade de recolocação das cargas, entre outros vários problemas serão gerados, aumentando o custo de colocar a produção nacional nos mercados externos, o que gera perda de competitividade para a cadeia em seu conjunto.

Acesse aqui a matéria na íntegra

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