Perspectivas do USDA sobre o mercado lácteo da Oceania – Relatório 11 de 18/03/2021
Leite/Oceania – A Austrália se aproxima do final do verão. Os preços da alimentação estão menores do que um ano atrás, o que pode ajudar na recomposição das margens dos produtores. Existe a percepção de que a produção de leite está em crescimento.

De julho de 2020 a janeiro de 2021 a produção de leite cresceu 0,7% na comparação com o mesmo período anterior (julho 2019-janeiro 2020), de acordo com a Dairy Australia. Em dezembro de 2020 a produção de leite foi de 846 milhões de litros, queda de 2% em relação a dezembro de 2019.
As exportações de lácteos da Austrália de julho de 2020 a janeiro de 2021 atingiram 167.048 toneladas, um aumento de 16,3% em relação a julho de 2019 – janeiro de 2020. Este segmento do mercado subiu rapidamente, impulsionado, particularmente pelas vendas para a China.
Uma entidade que representa a indústria de laticínios da Austrália lançou uma campanha publicitária para incentivar a população local a consumirem mais leite e desfrutar dos produtos lácteos australianos como forma de fortalecer a saúde, bem como apoiar a indústria nacional de laticínios.

Na Nova Zelândia fontes informam que a maior cooperativa de laticínios do país aumentou o pagamento do leite ao produtor passando para a faixa de NZ$ 7,30-NZ$ 7,90 por quilo de sólidos do leite, elevação de quarenta centavos, acompanhando o inesperado aumento do GlobalDairyTrade (GDT) semanas antes.
A mesma empresa informou que, no primeiro semestre do atual ano fiscal, os ganhos dos negócios com a China aumentaram em um terço, compensando as quedas nas operações na América do Norte e Europa.
A Nova Zelândia tem se esforçado para reduzir as emissões de carbono na indústria de laticínios.
Estudo recente classificou a Nova Zelândia como sendo o país mais eficiente na produção de leite com baixa emissão de carbono, entre os principais países produtores de leite.

















