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Especiais Selectus nº 5925

Argentina – US$ 400 milhões de vendas ao exterior entre janeiro e maio/2020

Exportações/AR – A exportação de produtos lácteos entre janeiro e maio de 2020 registrou alta de quase 19% em volume, ao concretizar a venda de mais de 126 mil toneladas, pelo valor de US$ 400 milhões.

Argentina – US$ 400 milhões de vendas ao exterior entre janeiro e maio/2020

Os dados foram coletados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (INDEC), e divulgados pelo Observatório da Cadeia Láctea da Argentina (OCLA), constatando um aumento de quase 29% em divisas nos primeiros cinco meses do ano.

Argentina – US$ 400 milhões de vendas ao exterior entre janeiro e maio/2020

A distribuição das exportações por itens em função do valor total em US$ foram

- 49,3% de leite em pó

- 23,1% queijos

- 18,5% outros produtos (doce de leite, manteiga, soro, etc)

- 9,1% (lactose, caseína, iogurtes, etc)

Em litros equivalente leite, as exportações representaram até maio, 22,4% da produção total (no ano passado, o percentual foi de 19,6%), absorvendo 182 milhões de litros de leite adicionais em relação ao mesmo período do ano passado.

“Cabe destacar que neste período houve 338 milhões adicionais de produção e 103 milhões de litros equivalente leite a mais no estoque inicial, a diferença de 260 milhões, deverá ser destinada ao mercado doméstico e constituição de estoques”, explicou o OCLA.

Argentina – US$ 400 milhões de vendas ao exterior entre janeiro e maio/2020

Os especialistas do OCLA declararam também que, nos próximos meses, a evolução dos preços no mercado internacional deverá ser monitorada, e não deverá ser tão atrativa quanto no final do ano passado, mas, melhor do que as cotações dos mercados de futuro vistos durante o auge da pandemia, o que resultou em valores bem baixos. O outro componente importante da equação exportadora, é o câmbio, que se continuar como nos últimos meses, haverá um impacto positivo com variações entre 3% e 4% mensal.

É importante sustentar o atual ritmo de exportações para evitar um excesso de oferta no mercado interno que obviamente irá pressionar os preços de saída de fábrica, já que em cenários de queda do PIB (Produto Interno Bruto) e com maior volume de produção (o pico máximo de produção sendo atingido em outubro), o mercado interno irá fazer ajuste no preço.   

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