Perspectivas do USDA sobre o mercado lácteo da Oceania – Relatório 25 de 18/06/2020
Leite/Oceania – Os produtores de leite da Austrália estão se organizando para a próxima temporada. Algumas indústrias acreditam que o nível geral de confiança está aumentando.

As taxas de abate dos animais de leite diminuíram. A recomposição de rebanhos está em andamento em algumas fazendas, com base na redução de custos de alimentação e mais otimismo para os preços futuros. Existe um pouco de cautela em relação à percepção sobre o quanto da melhoria é própria do mercado e o quanto é sustentada pela ajuda governamental.

O processamento de lácteos está em seu menor volume na Austrália, diante da baixa produção sazonal. Quase toda a produção vai para atender o consumo local, não sobrando leite para industrialização.
A Nova Zelândia está em seu período de menor produção sazonal. A maioria das vacas está seca e os produtos lácteos existentes são destinados a atender contratos já assinados. Incertezas permanecem. Quanto da demanda dos serviços de alimentação voltará? Quanto tempo retornará aos níveis anteriores ao Covid-19. Outro fator de preocupação é quanto tempo os preços dos lácteos serão sustentáveis, 3 ou 6 meses, um período crítico para a temporada de laticínios da Nova Zelândia em termos de contratação. Quais serão os fundamentos do mercado que sustentam os preços existirão quando as ajudas dos governos forem retiradas? Eles esperam resultados positivos de preços, mas permanecem cautelosos por enquanto. As compras do governo dos EUA de produtos lácteos, bem como a assistência ao armazenamento privado na União Europeia (UE) são pontos que podem ser desestabilizadores. A preocupação é que, quando as compras cessarem e a ajuda ao armazenamento terminar, haverá crescimento da oferta de leite em um cenário de demanda decrescente.
















