Brasil – Os 15 maiores parceiros comerciais
Exportações 2019 – O Brasil embarcou US$ 224 bilhões para o mundo em 2019, subindo 17,2% em relação a 2015, mas, registrando queda de 6,6% entre 2018 e 2019.
As exportações brasileiras representam cerca de 1,2% de todas exportações globais em 2018, estimadas em US$ 19,285 trilhões.
Em termos de continentes, 47,1% das exportações brasileiras, em valor, foram para países asiáticos, enquanto 17,9% para importadores europeus. Outros 16,9% de embarque foram para clientes da América do Norte, e a América Latina (exceto México) e Caribe totalizaram 14,3%; para a África foram 3,4% e 0,4% para a Oceania, Austrália e Ilhas Marshall.
O superávit de 2019 foi de US$ 46,7 bilhões, queda de 20,5% em relação aos US$ 58,7 bilhões embarcados no ano anterior.
Segue a relação dos 15 maiores parceiros comerciais em termos de valores de exportação.

Mais de dois terços (69,5%) das exportações brasileiras em 2019 foram enviadas para 15 parceiros comerciais. Ano após ano, 4 entre os maiores importadores aumentam suas compras do Brasil: Japão (+24,8%), Colômbia (+10,2%), México (+7,8%) e Estados Unidos (+2%).
Os líderes de queda foram: Argentina (-35%), Holanda (-22,8%), Espanha (-22,4%) e Chile (-19,5%).
Conforme definido pela Investopedia, um país cujo valor total de produtos importados é maior que o valor de todas as exportações possui um déficit ou saldo comercial negativo.
É fora da realidade esperar que as exportações de um país gerem saldos positivos de todos seus parceiros. Da mesma forma, esse país exportador não registra, necessariamente, balança comercial negativa com cada parceiro, individualmente.
Em 2019, o Brasil registrou os maiores déficits comerciais com os seguintes países:

Entre os parceiros comerciais que causaram os maiores saldos comerciais negativos para o Brasil, o ritmo dos percentuais de crescimento dos déficits, Rússia (-20,6%) e a Alemanha (-4,1%), acelerou entre 2018 e 2019.
Houve também reversão severa dos resultados com a Argentina e Índia, que se transformaram em déficits.
Conforme definido pela Investopedia é um importador líquido, o país cujo valor total de todos os produtos importados seja menor do que o valor de todas as exportações, gerando um saldo comercial positivo, ou superávit.
Em 2019, o Brasil teve superávit comercial com os seguintes países:

Entre os parceiros comerciais que geraram os maiores superávits para o Brasil, tiveram destaque o aumento percentual da Colômbia (+51,2%) e dos Emirados Árabes Unidos (+12,6%).
Esses fluxos comerciais positivos e negativos indicam as vantagens e desvantagens competitivas e proporcionam importantes oportunidades para o Brasil desenvolver estratégias específicas com cada um dos países e fortalecer sua posição geral no comércio internacional.
















