ESPECIAIS
Publicado em: 14/03/2024
Fonte: Fonte: www.terraviva.com.br com dados da SECEX/MDIC | Foto de capa: Photo by Vidar Nordli-Mathisen on UnsplashAs exportações brasileiras de produtos lácteos sobem, na comparação interanual nos dois primeiros meses de 2024

No acumulado do ano os crescimentos foram de 76% e 65%, respectivamente, em valor e volume.

Houve um aumento singular das exportações de leite em pó integral para Cuba. Notícias divulgadas na imprensa apontam para uma queda acentuada na produção de leite em Cuba, o que vem obrigando o país caribenho a importar grandes quantidades de leite em pó para garantir a alimentação das crianças.

A remessa de 1.375 toneladas enviada no mês de fevereiro partiu do Porto de Rio Grande, com produtos fabricados no estado do Rio Grande do Sul.
Então nesses dois primeiros meses de 2024 Cuba assume a liderança como comprador de produtos lácteos brasileiros, tanto em valor, como em volume, seguida pelos Estados Unidos da América. A Tunísia aparece entre os principais compradores de lácteos brasileiros, ficando em 4º lugar em valor e 3º lugar em volume. O Chile, que figurou como o 2º maior comprador de lácteos do Brasil no ano passado, tanto em valor como em volume, fica no 3º posto em dólares, mas cai para 8º lugar em toneladas.

Além do surgimento de novos mercados nesse início de 2024, também está havendo um reposicionamento das categorias.

Os produtos NCM0402, que no ano passado representaram 43% do faturamento, nestes dois meses de 2024 passaram a representar 57% das exportações em dólares, e 47% em volume. Reduziram o espaço da categoria NCM0401, principalmente em volume, o que significa aumento das exportações de produtos industrializados. Apesar disso, os Queijos também perderam espaço. Resta saber se essa volta ao mercado externo é uma tendência, ou apenas negócios eventuais.













