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Selectus 3529 (06/08/2010)
DestaquePreços/SP - De acordo com dados do Instituto de Economia da Acirp, no mês passado o litro de leite registrou uma redução de preços de 5% nos supermercados de Ribeirão Preto. A queda ao consumidor aconteceu porque os produtores também estão recebendo menos da indústria nos últimos dois meses — segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a desaceleração foi de 7%. Segundo o levantamento do Instituto de Economia da Associação Comercial e Industrial de Ribeirão (Acirp), no mês passado, o preço médio do litro do leite tipo B, um dos mais consumidos, foi em R$ 1,92, ante R$ 2,02 em junho. “A explicação para essa queda é a maior oferta de produto no mercado”, disse o diretor do instituto, Antonio Vicente Golfeto. (Gazeta de Ribeirão) Leite/UE - A produção de leite na Europa está abaixo do normal para essa época da temporada, mas deve aumentar com condições climáticas melhores na primavera. Mesmo assim, está sendo suficiente para atender a demanda de curto prazo, e não prejudicar o funcionamento das indústrias. A produção de queijos que no início da temporada foi intensa diminuiu o ritmo. A captação tem sido direcionada para o leite fluido, pois os estoques dos produtos industrializados são suficientes para atender o mercado doméstico e internacional. Os comerciantes monitoram os resultados do globalDairyTrade (gDT) na Oceania. As seguidas quedas de cotações ainda não impactaram no mercado europeu, onde os preços se mantêm firmes, com tendência de alta. Veja abaixo a tabela e CLIQUE AQUI para ver o gráfico. (Usda – Tradução Livre: Terra Viva)
Oceania - Nas próximas 2 ou 3 semanas inicia a produção de leite na Nova Zelândia, e algumas semanas mais tarde, na Austrália. O inverno foi típico, com umidade normal, e os produtores estão otimistas. Os neozelandeses esperam volumes entre 3 e 4% maiores, nesta temporada, em relação à passada. Os australianos projetam crescimento de 1 a 2%. O anúncio de melhores preços incentiva a produção. Embora os últimos resultados do globalDairyTrade (gDT) recomendem cautela, o ajuste dos preços já eram esperados nesse início de temporada. É preciso observar o reflexo que terão nos preços futuros. O leite que for produzido nas próximas 6 e 8 semanas, será para cumprir compromissos ainda da temporada 2009/2010. Veja abaixo a tabela e CLIQUE AQUI para ver o gráfico. (Usda – Tradução Livre: Terra Viva)
NegóciosSupermercados/PR - O peso da classe C na economia refletiu bem nos números. De acordo com uma pesquisa encomendada pela Associação Paranaense de Supermercados (Apras) e realizada pela Nielsen, as vendas nos super e hipermercados da Grande Curitiba, no 1º semestre, tiveram um crescimento real de 6%, se comparadas com os primeiros seis meses de 2009. A taxa é superior à nacional, que foi de 5,4%. Entre as categorias de produtos, a que mais contribuiu para o crescimento nas vendas foi o leite, que ficou mais barato e acabou sendo 14,7% mais vendido que no primeiro semestre do ano passado. Em segundo lugar veio o açúcar, que vendeu 57,1% mais, seguido do refrigerante (8,1%). Os iogurtes, que ficaram na quarta colocação, tiveram aumento de 12,7% nas vendas. (Paraná Online) Kraft - O lucro da empresa de alimentos Kraft Foods no segundo trimestre foi 13% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, em virtude de um forte aumento da receita por causa da compra da Cadbury. Este foi o primeiro trimestre completo que refletiu a aquisição da Cadbury. As margens também subiram e o resultado superou as expectativas de Wall Street. A companhia lucrou US$ 937 milhões no segundo trimestre. (O Estado de SP) Fórum - De 10 a 11 de agosto, a cidade de Cruz Alta (RS) recebe a 13ª edição do Fórum de Produção da Pecuária de Leite, que será realizada no campus da Universidade de Cruz Alta. Reprodução em vacas de alta produção de leite, mercado lácteo, nutrição e manejo de gado leiteiro estão entre os temas a serem debatidos. Os principais objetivos é proporcionar integração, troca de idéias, conhecimentos e experiência entre os profissionais de Medicina Veterinária, Agronomia, Zootecnia, produtores rurais, entre outros. (Rural Centro) Sial - O Brasil aumentará a sua participação no Salão Internacional da Alimentação (Sial) de Paris, na edição 2010, e muitas empresas que integrarão o grupo são gaúchas, do segmento de alimentos e bebidas. Pelos cálculos do supervisor do Centro Internacional de Negócios da Federação da Fiergs, Kurt Ziegler, a expectativa é levar de 70 a 80 empresas brasileiras. Há dois anos, a missão levou 56. A feira se realizará de 15 a 23 de outubro. Segundo Ziegler, o objetivo é promover a ampliação do fluxo comercial e de investimentos, explorar possibilidades de cooperação entre os setores e, dessa forma, estreitar as relações comerciais com o exterior. A missão destina-se exclusivamente a empresas com potencial de exportação e a firmar parcerias estratégicas com empresas internacionais. (Correio do Povo/RS) SetoriaisMáquinas - As vendas de máquinas agrícolas cresceram 48% nos primeiros sete meses do ano. A informação é da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A entidade mantém as previsões otimistas para 2010. Entre janeiro e julho, as montadoras de máquinas agrícolas comercializaram 41 mil unidades. No mesmo período no ano passado, foram 27 mil. Só em julho, a comercialização atingiu 6,4 mil unidades, crescimento de 33,8% em comparação ao mesmo período do ano passado. Nas exportações, houve alta de 50% na comparação de julho deste ano com o mesmo mês no ano passado. (Canal Rural) IqPR - O IqPR, índice de preços recebidos pelos produtores agropecuários de São Paulo pesquisado pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) - vinculado à Secretaria de Agricultura do Estado -, encerrou julho com variação negativa de 2,95%, determinada pelo comportamento das cotações no grupo de 14 produtos de origem vegetal. Neste, onde a queda foi de 5,53% na média ponderada, as maiores baixas foram as do tomate para mesa (50,2%) e da batata (41,88%). No grupo de seis produtos de origem animal, que na média subiu 3,43%, só a carne de frango caiu, 13,51%. A maior valorização foi a da carne suína (25,95%). (Valor Econômico) EconomiaProdução - A produção industrial caiu em 9 das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em junho, na comparação com maio. As maiores quedas no ritmo de atividade da indústria foram registradas em Goiás (- 9,2%) e na Bahia (- 6%). Na sequência aparecem Minas Gerais (- 3,3%), Pernambuco (- 2,3%), Santa Catarina (- 2,1%) e Paraná (- 1,7%). Com queda abaixo da média nacional ficaram São Paulo (- 0,6%) e Pará (- 0,3%). (Agência Estado) IPCA - A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi de 0,01% em julho, informou hoje o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em junho, o IPCA havia registrado estabilidade. Com o resultado, o IPCA acumulou altas de 3,10% no ano e de 4,60% nos 12 meses encerrados no mês passado. O índice engloba a variação de preços para famílias com rendimentos mensais de 1 a 40 salários mínimos, residentes nas principais áreas urbanas do País. (Agência Estado) Emprego - A Relação Anual de Informações Sociais (Rais), de 2009, mostra que foram gerados 1,766 milhão de empregos com carteira assinada no ano passado. Porém, é o mais baixo desde 2003. Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, os números de 2009 refletem o efeito da crise financeira mundial no mercado de trabalho. Porém, Lupi afirma que, entre os países do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), o Brasil foi o único que conseguiu registrar aumento nos postos de trabalho. (Correio do Povo/RS) Globalização e MercosulMilho I - As primeiras grandes compras de milho dos EUA pela China em mais de uma década motivaram um debate sobre se as exportações dos principais produtos agrícolas americanos estão entrando em uma nova era dourada. Mas o governo chinês quase não fala sobre o assunto. A China importou este ano cerca de 1,2 milhão de toneladas de milho dos EUA, o maior produtor mundial, ante um total importado de outros países de menos de 100 mil toneladas em anos anteriores. Agricultores, corretores e economistas agrícolas dividem-se em relação às implicações desse aumento. Alguns o veem como a chegada de uma época muito aguardada de grandes exportações de milho para a China, para alimentar a população cada vez mais abastada do país. Outros acham que é um fenômeno de curta duração, causado por secas recentes. (Valor Econômico) Milho II - A confusão em relação ao milho é um indício de um embate maior entre a crescente influência global da China e práticas do governo que em alguns aspectos mudaram pouco durante três décadas de reforma de mercado. O Ministério da Agricultura da China se recusou a conceder uma entrevista sobre a política para o milho, alegando que o assunto é delicado. Em um raro comentário sobre o assunto no seu site na semana passada, a NDRC minimizou a importância das recentes importações de milho. A comissão afirmou que as importações foram estimuladas pelos preços mais altos do milho no mercado doméstico, mas enfatizou que elas não vão prejudicar os produtores chineses de milho e que as reservas de grãos estão adequadas. (Valor Econômico) Oferta - Analistas concordam que a oferta de milho na China se tornou pequena com a crescente classe média, que consome cada vez mais carne, leite e ovos de animais que comem ração de milho - assim como refrigerantes que usam adoçantes à base de milho. Secas no cinturão de milho do nordeste da China nos últimos dois anos reforçaram o temor com o suprimento. A China costumava ser um importante exportador líquido de milho, competindo com os EUA, mas as suas exportações caíram para apenas 172 mil toneladas em 2009, ante 15,2 milhões de toneladas em 2003, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA. Analistas dizem que a China pode importar tanto quanto costumava exportar. (Valor Econômico) Grãos - A Rússia vai proibir a exportação de grãos a partir de 15 de agosto, e reservou US$ 1,2 bilhão para agricultores afetados pela seca que está prejudicando a safra. (Valor Econômico) |
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