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Sexta, 15 Março 2019 16:30

Argentina – Os problemas do campo chegam às gôndolas

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Preços/AR – As indústrias de carne e leite começaram este a ano a transferir para os consumidores argentinos os novos valores da carne e do leite, tendo em vista que durante a maior parte de 2018 os preços de ambos os grupos de alimentos básicos se mantiveram defasados em relação à média geral dos alimentos.

Em fevereiro de 2019, segundo os últimos dados publicados pelo INDEC, a “cesta de carne” mostrou uma inflação interanual de 62,2%, contra 58,6% da média dos alimentos e bebidas não alcoólicas no varejo de Buenos Aires.

Essa mesma “cesta de carne”, em dezembro, estava onze pontos abaixo, em um claro sinal de que o setor entrou em um novo ciclo pecuário, e os preços chegaram para ficar.

No segmento dos lácteos, que no ano passado esteve comprometido com a defasagem de preços, também começou a recuperação em fevereiro, registrando inflação de 59,8%. Neste caso – assim como a carne – o fator que desencadeou o aumento foi a queda na oferta que obrigou às indústrias a competirem pelo leite para gerar novos valores de equilíbrio.

As maiores variações interanuais da “cesta láctea” em fevereiro de 2019 foram o queijo cremoso (+66%), iogurte firme (+65%), queijo pategrás e manteiga (+60%), enquanto o doce de leite ficou mais estável (55%).

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  • Fonte da Notícia: valorsoja – Tradução livre: www.terraviva.com.br
  • Data: Sexta, 15 Março 2019
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